domingo, 24 de agosto de 2008

Shake, Shake, Shake, Shake, Shake it!






Quando eu penso que tudo está perdido, eu descubro isso - DEUS EXISTE!

As Três Marias


O filme As Três Marias, de Aluízio Abranches, nunca deixa de me surpreender.
As Marias - Francisca, Rosa e Pia - são incumbidas pela mãe de ir, cada uma, atrás de um matador para vingar as mortes dos homens da família.
Minha Maria favorita, a Rosa, é uma Maria de verdade: Maria Luísa Mendonça.
No resumo mais simples, na impossibilidade de o amável cabo Tenório concretizar "o serviço", faz ela mesma, então. E no melhor estilo Tarantino de ser.
Mas toda vez que vejo esse filme fico com medo das pessoas. Todas, em geral, no mundo inteiro.
Somos mesmo todos humanos que, chegados a determinado ponto, não damos mais valor à vida?
Nem à nossa e nem as dos outros?
Sei lá.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

It's the faith that makes you stronger

Eu ando amando Jordin Sparks. Na verdade, a música dela que chegou aqui, One Step At a Time, fez com que eu me juntasse ainda mais ao meu iPod.
Nem tenho muita coisa ainda pra dizer sobre ela. Só sei que a moça venceu a edição de 2007 do American Idol (é, sempre o American Idol, eu sei...) e foi a candidata mais nova a vencer o programa, aos 17.
O título desse post é uma frase de One Step At A Time, música que é, certamente, a Unwritten de 2008 e que, aliás, é de Natasha Bedingfield - outra American Idol!
Pra quem gosta de pop americano que nem eu, hummm, prato cheio.
Adoro.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Funeral For A Friend

If you have to let it go walk away

Ouvindo Walk Away, de Funeral For A Friend, hoje de manhã, me dei conta de como precisamos mesmo, invariavelmente, realizar funerais mentais.
Quantos mortos-vivos habitam a sua vida? Fazendo as contas, achei bem uma meia dúzia de gente que já morreu na minha vida e eu fico arrastando, achando que somos amigos, que são pessoas bacanas, se importam comigo e tal. Óbvio que essas pessoas estão vivendo muito bem, obrigada, e nem lembram que eu existo.
Acho que isso faz parte do “polianismo” diário do ser humano. Não só eu, mas de quase todo mundo.
Funciona escrever algumas palavras pro funeral imaginário, dizê-las e enterrar o dito cujo de uma vez por todas.
Garanto: é uma catarse in-crí-vel escrever o discurso. Depois disso, vale ir pra casa de algum amigo bem vivo, vivíssimo, falar sobre a vida.
Afinal de contas, estamos vivos. Uns mais que os outros, mas estamos.

Psychoteraphy

A magia da análise é justamente ser levado a caminhos que você não imagina.
Há duas sessões não consigo dizer o que preparei pra falar.
O bom disso é que começo a perceber que o assunto, então, preterido, God, foi parar no seu mais justo lugar: fora da pauta.
Não menosprezo o assunto, mas, sinceramente, foi muito mais útil falar sobre Pacey e Joey, de Dawson's Creek. Me achar em dois personagens de série adolescente.

A verdade, a mais pura verdade, é que até o ameba do Dawson Leary é mais útil que o meu assunto.

Viu como besteira pouca é bobagem?!

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

AMO!


Eu tenho uma dívida eterna de gratidão com Pacey e Joey.
Eles me fazem feliz até hoje.