quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Não se fazem mulheres como antigamente


Acabei de ver essa foto da Marilyn Monroe e achei incrível.
Por isso coloquei bem grandona aqui.
E, vamos falar a verdade, é duro ver como o mundo mudou pra pior: antes, as bonitas eram como essa moça aí. Hoje o hit é Mulher Melancia.
Você aí do outro lado, pensou em suicídio?!
Eu também.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Blair, Scotts, Bren e 'Merebitch'


Ando assistindo fielmente a algumas séries na TV. Esse advento de baixar séries pela internet mata um pouco do delicioso prazer de esperar uma semana pra saber o que vai acontecer nessas irresistíveis novelas. Sim, porque série nada mais é do que um novelão hollywoodiano que nos faz sofrer a separação de sete dias sangrentos entre um episódio e outro.

A segunda temporada de Gossip Girl é a minha favorita no momento. É incrível como Leighton Meester conseguiu fazer Blair Waldorf ser melhor na TV do que no livro. Todo mundo sabe que isso não acontece toda hora (o que me vem sempre à memória nesse quesito é Jack Nicholson e o seu Jack Torrance, de The Shining).
Todos amam Chuck Bass também, mas, sinceramente, é impossível não amar e idolatrar Chuck Bass. Um vilão bem vestido, rico e nova-iorquino? Ora, competir com Bass não é fácil.

Já 90210, God, é ruim. Mas causa aquele comichão conhecido de Beverly Hills 90210 que acaba te levando pra frente da TV, assim, fácil como o vento. Sabe o tal do "ruim, mas é bom"?
É.
E, vamos falar a verdade, a vingança de Brenda Walsh sobre Kelly Taylor é o momento mais esperado da vida para os fãs da gêmea má. Muito bem, Bren: coma o namoradinho de Kelly Marlene!

Na casa dos realities, bem, não há nada melhor no mundo do que America's Next Top Model. Eu continuo ali, firme e forte, aprendendo as poses de Jay e Ms. Jay. E o que é Heather, gente? Songa monga que se vale da doença pra sair à frente das outras. Aliás, nunca pensei que a amada Twiggy fosse cair na armadilha da sonsa. E, claro, já tenho minhas duas favoritas: Chantal e Saleisha.

Na tela do meu computador, reina absoluta a série dos Scott: One Tree Hill. Não há nada nesse mundo que me faça perder um segundo pra baixar os episódios, toda quarta-feira. E, em tempo: Peyton, por favor, não me mate de tristeza.

Como OTH faz a pausa de final de ano até 5 de janeiro, apelei pra baixar Grey's Anatomy. Mas, gente, não dá: Meredith é a personagem mais chata de todos os tempos da história das séries. Não dá. Eu verdadeiramente queria pedir a Shonda Rhimes para matá-la. E não me importo se Derek morrer junto.
Tenho um milhão e meio de sugestões de métodos infalíveis e requintados para a morte de Meredith.
Interessa, Shonda?!

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Eu a amo...


...com todas as minhas forças.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Os 10 profissionais que eu mais invejo no Universo

Eu sinto inveja também.
Não sei se chega a ser aquela inveja tradicional - de querer ter o que o outro tem - e que esse outro morra na mais amarga miséria - mas, confesso: eu morreria pelos empregos deles:



1. Mark Schwahn - criador, roteirista, produtor e diretor de One Tree Hill; roteirista e criador de Coach Carter; co-produtor de Whatever It Takes

2. Josh Schwartz - criador, diretor, produtor e roteirista de The OC e Gossip Girl; produtor de Chuck

3. J.K. Rowling - escritora. Criou cada palavra da saga Harry Potter

4. Cecily von Ziegesar - escritora. Criou toda a saga Gossip Girl

5. Sophia Coppola - cineasta. Escreveu e dirigiu As Virgens Suicidas, Encontros e Desencontros e Maria Antonieta

6. Vivienne Westwood - a estilista mais rock and roll de todos os tempos

7. Laurent Suaudeau - Fino e simples chef de cozinha

8. Steve Jobs - fundador da Apple e da Pixar

9. Angus Young - guitarrista do AC/DC

10. José Wilson Fonseca - presidente da MTV Brasil

Ai, ai.

Notas Sobre um Escândalo

De Richard Eyre, Notas Sobre um Escândalo, entrou pra minha lista de 10 Mais.
Não sei por qual razão demorei tanto pra assistir a esse filme. Depois que o letreiro subiu na TV do meu quarto, fiquei pensando como eu sou burra e escolho quase sempre os filmes errados na locadora.
A Barbara, de Judi Dench, não me sai da cabeça. E a Sheba, de Cate Blanchett, também não.
São dois tipos de mulher em que nós, mulheres, podemos nos tornar a qualquer segundo. Com necessidades e desejos profundos e bem perigosos.
Eu adoro ver filmes que me preenchem a alma.
Que a Mostra Internacional de Cinema, que está por vir, me recheie até quase explodir.

domingo, 24 de agosto de 2008

Shake, Shake, Shake, Shake, Shake it!






Quando eu penso que tudo está perdido, eu descubro isso - DEUS EXISTE!

As Três Marias


O filme As Três Marias, de Aluízio Abranches, nunca deixa de me surpreender.
As Marias - Francisca, Rosa e Pia - são incumbidas pela mãe de ir, cada uma, atrás de um matador para vingar as mortes dos homens da família.
Minha Maria favorita, a Rosa, é uma Maria de verdade: Maria Luísa Mendonça.
No resumo mais simples, na impossibilidade de o amável cabo Tenório concretizar "o serviço", faz ela mesma, então. E no melhor estilo Tarantino de ser.
Mas toda vez que vejo esse filme fico com medo das pessoas. Todas, em geral, no mundo inteiro.
Somos mesmo todos humanos que, chegados a determinado ponto, não damos mais valor à vida?
Nem à nossa e nem as dos outros?
Sei lá.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

It's the faith that makes you stronger

Eu ando amando Jordin Sparks. Na verdade, a música dela que chegou aqui, One Step At a Time, fez com que eu me juntasse ainda mais ao meu iPod.
Nem tenho muita coisa ainda pra dizer sobre ela. Só sei que a moça venceu a edição de 2007 do American Idol (é, sempre o American Idol, eu sei...) e foi a candidata mais nova a vencer o programa, aos 17.
O título desse post é uma frase de One Step At A Time, música que é, certamente, a Unwritten de 2008 e que, aliás, é de Natasha Bedingfield - outra American Idol!
Pra quem gosta de pop americano que nem eu, hummm, prato cheio.
Adoro.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Funeral For A Friend

If you have to let it go walk away

Ouvindo Walk Away, de Funeral For A Friend, hoje de manhã, me dei conta de como precisamos mesmo, invariavelmente, realizar funerais mentais.
Quantos mortos-vivos habitam a sua vida? Fazendo as contas, achei bem uma meia dúzia de gente que já morreu na minha vida e eu fico arrastando, achando que somos amigos, que são pessoas bacanas, se importam comigo e tal. Óbvio que essas pessoas estão vivendo muito bem, obrigada, e nem lembram que eu existo.
Acho que isso faz parte do “polianismo” diário do ser humano. Não só eu, mas de quase todo mundo.
Funciona escrever algumas palavras pro funeral imaginário, dizê-las e enterrar o dito cujo de uma vez por todas.
Garanto: é uma catarse in-crí-vel escrever o discurso. Depois disso, vale ir pra casa de algum amigo bem vivo, vivíssimo, falar sobre a vida.
Afinal de contas, estamos vivos. Uns mais que os outros, mas estamos.

Psychoteraphy

A magia da análise é justamente ser levado a caminhos que você não imagina.
Há duas sessões não consigo dizer o que preparei pra falar.
O bom disso é que começo a perceber que o assunto, então, preterido, God, foi parar no seu mais justo lugar: fora da pauta.
Não menosprezo o assunto, mas, sinceramente, foi muito mais útil falar sobre Pacey e Joey, de Dawson's Creek. Me achar em dois personagens de série adolescente.

A verdade, a mais pura verdade, é que até o ameba do Dawson Leary é mais útil que o meu assunto.

Viu como besteira pouca é bobagem?!

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

AMO!


Eu tenho uma dívida eterna de gratidão com Pacey e Joey.
Eles me fazem feliz até hoje.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Da série: Quem se importa?!

Notícias na capa dos três principais portais de Internet neste momento:

Terra
- Ex-BBBs Alexandra e Juliana terminam namoro
- Henri Castelli atrai fãs em evento
- Veja pais famosos curtindo seus filhos
- Blush é coringa da maquiagem saudável


Do UOL:
- Mais brasileiros associam sexo à saúde
- Coelho abre envelopes com os dentes
- Simão viaja pelo mundo para mostrar reggae feito fora da Jamaica
- Receita para qualquer hora: sorvete de fruta


Da Globo.com
- Piercing chega aos peixes
- Fábio Jr será pai pela quinta vez
- Ex-Dominó se perdeu? Por onde anda Afonso Nigro
- A "coleguinha" Clarice Zeitel no Paparazzo

Isso é que é relevância.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Pode escrever aí!

Um dia desses eu vou conseguir ser como ela.
Não no cinema, mas na televisão.
É. Eu vou ser a Sofia Coppola tapuia da televisão.

O Fim dos Meus Problemas

O fim dos meus problemas pode começar com isso aqui em cima.
Juro que uma boa session de Guitar Hero, munida da guitarrinha estilizada Aerosmith, ia me dar muito poder pra esquecer a porção de bobagens que eu penso.
Ai, ai.

sábado, 14 de junho de 2008

Fake A Smile (My Mistake)

Ai que saudade dos bons tempos.
Easyway, banda de Portugal, foi a trilha desses tempos de ouro.
Era muito foda.

Quer ouvir? Dá até pra ver também aqui:
http://br.youtube.com/watch?v=CfNeYkv5wJo

sábado, 31 de maio de 2008

Wannabe Bebel


Bonita. Ela é bonita.
Não com a beleza óbvia de Giseles, Naomis e Cindys.
Bebel é farta, tem ares de musa.
Não é a bonita que intimida, que abre concorrência.
É a bonita que convida outras mulheres pra serem bonitas também.
Inteligente. Ela é fina.
Acho que eu não vou gostar nunca de MPB, mas Bebel Gilberto me faz aturar as batidinhas de violão com gosto.
Wannabe Bebel.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

You Know You Love Me


Chegar em São Paulo é engraçado.
Sempre chego temendo o trânsito, mas no caminho do aeroporto pra casa, assisto às bilhares de luzinhas acesas e me ajeito no banco do carro como se estivesse indo fazer compras de Natal.
São Paulo à noite parece sempre cenário de filme sobre Natal: são os faróis dos carros somados às luzes coloridas das janelas das casas e dos apartamentos.
São Paulo me faz suspirar.
Em São Paulo tem tudo o que eu amo: minha casa, minha cama, meu amor, minha família e boa parte dos meus amigos.
E luzes. Muitas delas.
Bom também foi dormir embalada pelos braços de namorado e por Gossip Girl. Esses são aqueles prazeres que a gente fica com vontade de gritar quando pensa neles.
A foto é de Serena Van Der Woodsen com Dan Humphrey, de Gossip Girl. Com luzinhas mil ao fundo. Só que as de NY.

Boulevard of Broken Dreams

O Nordeste, apesar de ser famoso pelo clima paradisíaco, pra mim nada mais é que um lugar de sonhos desfeitos.
Tá: sol, praia, coqueiros, climão... mas, gente, nunca enxerguei aqueles lugares assim e, depois destes últimos 20 dias, é impossível desfrutar da paisagem sem pensar no que acontece ali. Pra os meus relatos não ficarem tão deprimentes, vou fazer um set list:

Sexual Feelings (Lionel Ritchie)
Turismo Sexual me deixa doente. Ver aquelas meninas de 10, 12 anos travestidas de mulher (vulgar) é muito triste. E pior ainda quando elas se deixam usar por dez reais.
Gente, o que se faz com dez reais hoje em dia?!
Sexo com meninas de 12 anos no Nordeste.

Highway to Hell (AC/DC)
Aquelas estradas do Ceará são uma vergonha. Nem os pobres jumentinhos merecem passar por aqueles caminhos que eles chamam de estrada. Passar por ali é só pra quem quer arriscar ir parar no universo paralelo da Caverna do Dragão: cai num buraco e dá de cara com o Vingador. Medo.

Enter Sandman (Metallica)
Aquele clima areia/árido é uma coisa de doido. Chega a ressecar a alma.
Mas, ao mesmo tempo, é bonito.
Daqueles terrenos arenosos as pessoas tiram comida e, sim, sobrevivem.
É muita força de vontade de viver. É heavy metal total, só mesmo Metallica pra ser trilha disso.

Like a Child Again (The Mission)
As crianças que vivem no interior do Ceará têm os olhares mais tristes que eu já vi. Elas não olham nos olhos nunca. Estão sempre tímidas e de cabeça baixa. Mas há uma beleza poética nisso, poesia profunda.
Elas são só crianças. E é assim que toda criança devia ser.

Filmes de Guerra, Canções de Amor (Engenheiros do Hawaii)
Os dias parecem séculos quando a gente anda em círculos. Assim como escreveu Humberto Gessinger, foi a sensação que tive nestes dias todos no Ceará. Amanhece, passa o dia, anoitece, você dorme, acorda e tudo de novo. É difícil viver desse jeito, assistindo ao tempo passar dessa maneira brusca e quase dolorida. Os dias são muito compridos.

Banho de Espuma (Rita Lee)
Tudo o que eu pensava lá era em banho.
Eu detesto suar, mas mesmo contra a minha vontade, eu suava.
Desgusting. Urgh.

sábado, 3 de maio de 2008

The world is full of magic

O melhor de fazer aniversário é receber essas coisas:

Foi Mark Schwahn quem escreveu, você conhece e deve ter visto.
Sei que chorou quando viu e fez mesmo aquilo que P. Sawyer, B. Davis, Luke, Nathan e Hales recomendaram.
Fez pq acredita de verdade e, assim como eu, vai ter 13 anos pra sempre.
Parabéns, my princess!
Te amo como no primeiro dia.

Peyton: Make a wish and place it in your heart. Anything you want, everything you want.

Lucas: Do you have it? Good. Now believe it can come true. You never know where the next miracle is gonna come from, the next smile, the next wish come true.
Peyton: But if you believe that it's right around the corner, and you open your heart and mind to possibility of it, to the certainty of it.
Brooke: You just might get the thing you're wishing for.
Nathan: The world is full of magic. You just have to believe in it. So make your wish. Do you have it?
Haley: Good. Now believe in it, with all your heart...

Eu também, A. Bell. Always & Forever!

domingo, 27 de abril de 2008

A razão de eu achar que o mundo tem salvação

Deu no Terra

Aguinaldo Silva nem escreve mais novelas tãããão legais quanto antigamente. Mas o homem é afiado e sabe o que diz.
Vejam as impressões do autor sobre aquela mulher-fruta, a Melancia:

"Gente, que coisa mais pobre e constrangedora é aquela? Tudo o que se tem ali é uma moça gordinha, a um passo de se tornar obesa. E aquele jeito dela de ficar sempre de costas, a mostrar o traseirão pra câmera. Meu Deus, se aquilo é ser sensual, então não resta outro caminho às mulheres todas senão entrar num convento e virar freiras."

Ai, Aguinaldo, obrigada por tudo. Beijo e me liga.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Senhor, dai-me paciência...

Deu no Yahoo!

Só se fala em terremoto.
Alguém me explica como as pessoas podem chamar de "terremoto" só cinco segundos de trepidação?!
Eita povo exagerado...

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Dá pra entender agora o que é ter classe?!


Deu no Ego


Victoria Adams e Fergie no mesmo tubinho Dolce & Gabbana.
Você pode ver a diferença?
Victoria tem classe. Fergie, tadinha, nem coberta de ouro.
Definitivamente, não basta ser magra. Tem que ter classe.

Alguém explica pra eles, por favor?!




Eu posso aguentar muitas coisas.
Posso aguentar Cabrini enquadrado com cocaína dizendo que tá fazendo reportagem; Sheilla Carvalho dizendo que seu segundo filho também vai chamar Brian; Cumpadi Washington caindo no pornô; Sônia Abrãao chamando o Greenpeace de Greenpercing; Gyselle Soares balançando a bundinha do fim de semana; Diego Alemão comendo cenoura no comercial do Holiday on Ice; sub-celebridades dizendo que adoooooram o Cirque du Soleil, e até musical da Broadway cantado em português, mas isso, gente, eu não posso.
Alguém explica pra esses dois que eles são feios, por favor?!
Se alguém me garantir que esse Titanic afunda e ninguém mais vai remexer nisso, eu relaxo.
PS> Aposto que Bello tá com os dedos prontinhos pra marcar as digitais no papel em branco - velhos hábitos, sabem como é.

Das coisas que eu não me conformo

Como Brad Pitt pode deixar Jennifer Aniston por Angelina Jolie?!
Ou melhor: como ele pode deixar o cabelo dela pelo de Jolie?!
Os homens sempre tomam decisões estranhas mesmo.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Viu?! Esfrega o chão que passa!

Deu no G1

Todo mundo acha graça quando eu indico faxina pra passar o sofrimento. Pois hoje a ciência faz justiça ao meu precioso conselho e afirma categoricamente: 20 minutos seguidos de faxina ajudam a baixar o estresse.
Eu posso requintar essa faxininha aí: uma boa trilha sonora pode quadruplicar o tempo de vassoura e balde na mão. Meu top 5 de trilha para faxina é Britney, Madonna, Justin Timberlake, J.Lo e Spice Girls.
Muito feminino, eu sei.
Mas rock farofa também pode dar certo: Poison, Skid Row, Warrant e Def Leppard são ótimos.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Baywatch para a família venezuelana

Deu no Séries etc.
Os Simpsons foi banido da TV venezuelana por ser considerado “impróprio” para as crianças.
A Televen decidiu que no lugar do desenho entra Baywatch, aquele seriado do Mitch e das peitudas de maiô vermelho. Pamela Anderson (AMO) foi uma das salva-vidas do seriado.
Então, deixa eu ver se entendi: críticas à família americana, não pode. Mulheres seminuas com os peitões balançando, pode.
Faça as de Nelson Muntz as minhas palavras.

O Wildflower de Sheryl Crow


Todas as faixas deste álbum de Sheryl Crow podem ser canções de caixinha de música. Lembra daquelas caixinhas com bailarina, de dar corda? Então. Wildflower é delicado como uma dessas caixinhas.

São músicas que combinam com qualquer pensamento. De amor, de raiva, de pesar, de saudade, de angústia e de todas as coisas que as mulheres comumente sentem quando se propõem a escolher um disco pra ouvir. Quando procuram uma trilha sonora pra um momento, um pensamento específico.

Wildflower combina com séries. Podia sonorizar Sex And The City, com Carrie ao computador; ou os pensamentos de Marin Frist, de Men in Trees; ou um daqueles silêncios entre Haley e Nathan, em One Tree Hill; ou uma das despedidas entre Serena e Dan em Gossip Girl; ou embalar um dos textos finais de Meredith em Grey's Anatomy; uma briga entre Sam e Devon em The Best Years; ou um lamento do Pastor Camden em Seventh Heaven... Wildflower combina com qualquer cena. Um achado pros “Music by” americanos.

Na verdade, este álbum é de 2005 e Sheryl até já lançou um outro disco, o Detours. Mas Wildflower é pra ter no iPod, no carro e no iTunes do computador do trabalho. Sabe como é: os pensamentos que precisam de trilha não escolhem nunca os melhores lugares pra chegar.

Mocinhas Raivosas

Nos últimos três dias houve uma avalanche de mulheres me procurando com a mesma reclamação: homens.
A verdade é que eles vêm e vão; outros só vão.
Pois, amigas, chega de chorar em casa, comer chocolate e gastar o telefone com aquela amiga que te diz que ele não presta.
A solução é ouvir Lipstick. No melhor estilo The Donnas, essa banda de Santo André tem peso suficiente nas guitarras pra mandar a sua dor e seus lamentos pra bem longe.
Assim que vocês terminarem de ouvir o CD vão ter muitos refrões pra cantar junto com as Lipstick. Afinal de contas, aquele amiga que diz que ele não presta, tem mesmo toda razão.
Ouça Lipstick e seja uma mocinha raivosa e feliz.
No site tem o myspace delas – é ótimo!

De Marissa Cooper à puritana

Deu no Ego

Mischa Barton anda fazendo a sonsa e dizendo por aí que ficaria intimidada se tivesse de fazer cenas de sexo com Johnny Depp.
Pois se ela quiser me indicar pra ser dublê dela, eu fico loira, alta e magra em cinco segundos – é só chamar, Mis!

TOP 10 dos mais odiados

Deu no Limão

A ex de Paul McCartney, Heather Mills, é a celebridade mais odiada do Reino Unido. Dá pra entender, afinal de contas, ela fez uma boa rapa na conta do ex-beatle. Ah, meu Deus, dinheiro que ele ganhou fazendo tantas músicas boas com Lennon – ainda bem que ele não viveu pra assistir a isso.
Aqui no Brasil é mole fazer uma lista com as mil celebridades mais odiadas. Eu faço uma com dez delas sem respirar:

1. Ivete Sangalo (alguém silencia essa mulher, por favor!)
2. Iris Stefanelli (Luciana Gimenes é Einstein perto dela)
3. Diego Alemão (pitboy que come cenoura no Holiday On Ice)
4. Gracyanna Bello (gente, mulher de presidiário não é celeb!)
5. Padre Marcelo (vai pro inferno quando morrer, é certo!)
6. Dr. Marcelo Soares (versão tapuia de Dr. Jekyll)
7. Mulher Melancia (ou qualquer mulher fruta)
8. Eliana (ainda não enfiou os dedinhos naquele lugar?)
9. Xuxa (Xu, querida, vc não fica mais bem nas botas)
10. Qualquer idiota do Pânico (acéfalos inc.)

Mas isso dá uma lista sem fim, não?
Adoro listas.